terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Revista Ultimato [êxodos]

O êxodo israelita: Não havia permanência, era vida em trânsito, sem a segurança da residência fixa. Dependiam de Deus prá tudo. O maná me lembrou MONÓ-tonia, coisa que eu não suporto muito bem. O pecado era quase uma constante, caíram mujitas vezes. Os castigos eram intensos, chegando ao PROLONGAMENTO da estada no deserto.
 Seria isso que está retardando a volta de Jesus? Mas foi um tempo de implantação de modelos novos: monoteísmo, temor a Deus, religiosidade diferente, assembléia dos crentes/judeus. Não acabou a pluralidade dos deuses, mas foi condenada. Um povo foi estabelecido com o propósito de ser luz para as outras nações (Isaías 49:6), paralelamente a todos os outros episódios ;normais da vida e de uma sociedade: nascer, casar, criar, trabalhar, menstruar, menopausar, aposentar, envelhecer, morrer, sepultar. [Luz e trevas convivendo num ambiente temporário]
O êxodo cristão: estrangeiros, não somos do mundo, somos do céu. Fomos resgatados da culpa e do poder do pecado. Mas a salvação todoa ainda não se realizou. Falta a ressurreição e a redenção da natureza.  Os inimigos dos peregrinos estão dentro, fora e acima deles. Carne, ego, mundo, sociedade, natureza, espíritos do mal. Ainda é noite e não dia. (Romanos 13:12).  Somos anfíbios: vida dupla: meio espírito, meio animal. Sujeitos às ondas: altos e baixos. Fomos predestinados, mas não chegamos ao destino ainda. Estamos sendo guardados e santificados a cada passo. Naquele dia a vontade de sermos snatos e irrepreensíveis se realizará: seremos, no futuro, semelhantes a Ele. Mas fomos feitos à semelhança dele.

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