24) Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo
25) Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
26) E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio.
27) E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu no teu campo boa semente? Por que tem então joio?
28) E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?
29) Porém ele lhes disse: Não para que ao colher o joio não arranqueis também o trigo com ele.
30) Deixai crescer ambos juntos até a ceifa e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar mas o trigo ajuntai-o no meu celeiro.
ISSO NAO É CEGUEIRA DIVINA, deixar o joio; é a excencia do cuidado do Criador com o trigo, para que nem mesmo um grão se perca. Em outra parábola 99 ovelhas ficam e sai a buscar uma.
Separar o trigo é exclusivamente tarefa de Deus. A existência do joio é tolerável e aceitável frente ao risco de se perder uma só semente de trigo.
A ambiguidade do reino de Deus:
O campo é o mundo, não a igreja. Não os tires do mundo mas os livres do mal.
O mundo em resumo é o coração, ou antes os corações, as consciências humanas.
[O sal dissolvido é sabor, excência, invisível. O sal cristalizado vira monturo, pra nada serve.]
O Trigo e o Joio segundo parábolas de Cristo.
O filho que diz que vai e nao vai, ou o que diz não mas vai.
O pródigo, gastador, ou o resmungão, invejoso.
O administrador infiel, improbo, é louvado por Jesus.
A ambiguidade é muuuito grande, e só Deus disserne o coração.
Até o último juízo, o joio pode se tarnsformar em trigo, confessando que não o é.
O joio é ter vontade de ser trigo mas nunca se transformar. São hipocrisias infindáveis.

