Deus o amo do jeito que voce é.
Saído de uma nota do Pavazine, achei muito pessoal a proposta deste livro.
Acabei de ler a introdução, escrita pelo P.Yancey. Vale por uma meditação em seus detalhes.
Ao ler estas memórias, talvez você se sinta tentado, como eu me senti, a pensar da seguinte forma: "Como teriam sido as coisas se Brennan não tivesse cedido à bebida". Insisto comvocê para que pense diferente: "Como teriam sido as coisas se Brennan não tivesse descoberto a graça".
O Peregrino, John Bunhyan, deu o seguinte título à sua biografia espiritual "Graça abundante ao principal dos pecadores".
Sansão, aquele super-homem fracassado a quem Deus, de algum modo, encontrou uma maneira de usar até mesmo no dia de sua morte.
Como é possível que Deus use homens e mulheres tão imperfeitos: "Deus usa o conjunto de talentos disponível".
Ele sempre buscou uma vida pura e santa. Todavia, seus ideais naufragaram. Os demônios internos, que ninguém pode compreender a menos que já os tenha experimentado, se erguiam e assumiam o controle.
"Tudo é graça", ao olhar para trás, não sem máculas, [é] a verdade fundamental do universo.
Brennan se apresenta como "vaso de barro", descartável, feito de sujeira cozida.
Optou por uma narrativa em que conta abertamente coisas que podem denegrir sua reputação.
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