terça-feira, 8 de março de 2011

aos de Tessalônica e ao mundo 2

Sois filhos da luz [luz_cidez], filhos do dia; não durmamos [inconsciência, inatividade, pacividade, sonhos e pesadelos, descanso e cansaço de deitar], pois, como os demais, mas vigiemos [vigilia é estar acordado à noite, atenção, alerta, supões inimigos ativos, ou trabalhos a fazer] , e sejamos sóbrios [sem desculpas para as besteiras a fazer ou feitas, sem fugas, sem prazeres forçados]; vestindo-nos [isso implica algo impróprio à natureza de quem se veste; colocar por cima, encobrir, esconder o próprio e mostrar o vestido, e no caso da couraça defesa, sugerindo fragilidade do ser, incapacidade] da couraça da fé e da caridade, e tendo por capacete [revestimento defensivo do cerne do ser] a esperança [ainda não concretizou-se, espera-se] da salvação [do mundo presente, do corpo atual, que nos amarra, prende]. Deus nos destinou [endereçou e pôs no correio] para a aquisição [portanto não é nossa por natureza, e hoje capitalistamente supõe compra] da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo [ele é o carteiro], que morreu por nós, [e o que pagou o selo] para que, quer vigiemos, quer durmamos [e aquele papo que não somos da noite?][é possível viver com Jesus e dormir?], vivamos juntamente [do modo como ele vive, depois de ter morrido, ressucitou, e viver por meio dele] com ele. Pelo que exortai-vos... e edificai-vos... [se liga meu, acorda véio, cai na real]

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