TIVE UMA VISAGEM acordado é claro
Estávamos em UMA VIAGEM, dentro de uma neblina forte, muitos barcos, um por barco, em um grande mar, sereno e às vezes não, em rumos caóticos, sem terra à vista. Norteados intuitivamente. Ou seja, incertos.
Meu dever era CUIDAR do meu barco, figura do meu ser, prá não afundar, porque o espírito é frágil. Mas o corpo parece ter vontade própria! E muitas! E compreensão de menos. Impulsivo. Ah!, desejos! glub glub! Mas entre ondas e baldes esvaziando o barco a viagem continua. Nessa dicotomia e incongruência de ser.
Meu outro dever é evitar danos aos barcos vizinhos. Reconheci que A INDIVIDUALIDADE deve ser comedida; do contrário seria um desrespeito. O egocentrico nao chegará à terra firme.
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